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12

Set
2018

Economia

Quer dinheiro para abrir um negócio? O ENIT tem a resposta!!!


Se falta dinheiro para começar o seu negócio, inscreva-se para a palestra sobre a Sociedade Garantidora de Crédito, a Garantenorte, dia 18 de setembro, às 16 horas, durante o primeiro dia do ENIT – Encontro e Feira de Negócios, Inovação e Tecnologia, na Promosul.


Presidente da Garantenorte e da Facisc – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, que envolve 146 associações de empresários catarinenses, o advogado são-bentense Jonny Zulauf vai falar sobre as facilidades para se liberar crédito aos pequenos investidores.

 

“A Garantenorte é uma mobilização espontânea da sociedade organizada, sustentada por ideais da ACIs do Norte de Santa Catarina, que ´copia´ movimentos organizados da Europa, para dar suporte aos micro e pequenos empreendedores”, observa Zulauf.

Têm prioridade no processo de liberação de crédito os empreendedores originários das incubadoras, como por exemplo as 32 empresas ligadas à Incubadora Tecnológica de São Bento do Sul, que geram mais de 200 empregos diretos e rendem R$ 23 milhões ao ano.

 

Em suma, a Garantenorte foca os pequenos empreendimentos, que não possuem suporte de garantia para alocar capital nos seus projetos. Este segmento, em parceria com as Cooperativas de Crédito, é responsável pela contratação de mais de 90% da mão de obra formal.

 

“A sociedade de garantia de crédito desenvolve atividade de finalidade operacional e é diretamente estimuladora dos empreendimentos existentes e novos a se consolidarem”, define o presidente da Garantenorte.

 

Indústria 4.0 em debate


Na condição de presidente da Facisc, que representa milhares de empresas reunidas em 146 associações empresariais de Santa Catarina, Jonny Zulauf também vai participar do painel sobre a indústria 4.0 e as reviravoltas que ela irá trazer à estrutura econômica, na terça-feira, 18 de setembro, a partir das 19 horas.

 

No que se refere à indústria 4.0, as metas são estimuladas junto aos associados da Facisc. O que interessa é a eficiência e a competitividade em todas as indústrias, que é a vocação do Estado. O industrial deve estar super atualizado para competir em todos os mercados mundiais e, neste desafio, deve estar atualizado e seguro para concorrer e sobreviver.


"A provocação de conflito com reflexos sociais de postos de trabalhos reduzidos pela automação é incondicional, visando a sobrevivência nos mercados, como dito, mundiais. O posto de trabalho perdido na manufatura será e é absorvido em outros segmentos econômicos, como o de prestação de serviços”, esboça Zulauf.

 

Na Facisc

Jonny Zulauf tem sua missão maior na Facisc, com representação de toda a atividade econômica do Estado. Maior representação com característica de associativismo voluntário e auto-sustentável, mantendo sua estrutura com pequena contribuição de mensalidade e grande geradora de capital por resultado de "comercialização" de soluções aos associados.

 

Além da forte representação dos interesses gerais da sociedade empreendedora, estimula a capacitação de empresários e colaboradores. Há forte estímulo na competitividade dos empreendimentos nos mercados interno e internacionais, com missões, feiras, congressos e eventos institucionais que projetam os associados.

 

Paralelamente, há constante motivação à própria organização das entidades no aperfeiçoamento das entidades, hoje com 146 ACI´s no Estado.