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21

Jun
2018

Tecnologia

Por que a FIESC investe em tecnologia?

“Porque ela é um órgão que defende a indústria brasileira. A indústria brasileira tem o grande dever de competir com o mundo. Se você não ter as empresas preparadas para o futuro, elas certamente não sobreviverão ou terão sérias dificuldades em gerar empregos e produzir para o mundo. Porque hoje produzimos para o mundo e não mais para o Brasil”, comenta o vice-presidente da FIESC no Planalto Norte, Arnaldo Huebl, após receber convite das mãos do gerente da FETEP, Oswalmir Tschoeke, para participar da abertura do ENIT, que acontece de 18 a 20 de setembro, na Promosul. Para o empresário, “a FIESC tem esse olho muito forte voltado para a indústria brasileira”.


“Lógico que onde tem investimento em tecnologia, educação, saúde do trabalhador, ela tem investido muito fortemente. E acho que este é o papel da Federação das Indústrias de Santa Catarina. Porque muita coisa que as pessoas pensam que a FIESC deveria investir, não é obrigação dela. O que ela tem feito? Tem investido muito em tecnologia. Tem investido em apoiar o governo, levar sugestões ao governo, forçar que o governo não aumente tributos, pelo contrário, se discute sempre a diminuição, mas esta redução nunca aparece”.


De acordo com Huebl, a FIESC tem um cuidado muito grande com a questão tributária. “Tanto que já está preparando uma carta aos candidatos a assumir o governo de Santa Catarina, com um pedido de comprometimento junto à FIESC, não permitindo o aumento de impostos. Haja vista que houve grande aumento de tributos em âmbito de Brasil e em Santa Catarina isto não ocorreu, em função de acordo formal e já assinado com o atual governo. Acho que isso que as federações, entidades de classe deviam se preocupar. Em função disso é que a FIESC se envolve muito em tecnologia. Eis o motivo pelo qual a FIESC apoia o ENIT. O mundo está cheio de inovação tecnológica. Quem não se inovar, fica para trás...”